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caios Usuário Recente


Registrado em: Terça-Feira, 12 de Dezembro de 2006 Mensagens: 206
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Enviada: Sex Nov 20, 2009 17:59 pm Assunto: Re: IBRAE ou DiplomaciaMG |
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Alias esse curso daí...achei caríssimo.....nem cheguei a comprar os DVD´s.......
Ainda bem....
| caios escreveu: | Bom ainda bem que estamos pegando o embalo....
Nossa alguma sugestão de economia? eu estou lendo o Mankiw
Esse outro que o colega falou...alguém conhece? é bom? pq a prova tá pertinho....
Em CLIMA DE RETA FINAL!!!!!boa sorte a todos!!! |
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silvajoel Novo usuário


Registrado em: Domingo, 10 de Agosto de 2008 Mensagens: 86
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Enviada: Sáb Nov 21, 2009 18:33 pm Assunto: |
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Boa Noite,
O curso online de exercicios do Clio é recomendado?
Atc. |
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Borges de Castro Novo usuário


Registrado em: Sábado, 7 de Novembro de 2009 Mensagens: 30 Localização: Porto Alegre/ São Paulo
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Enviada: Dom Nov 22, 2009 12:37 pm Assunto: Idade |
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Pessoal,
Tenho uma dúvida angustiante sobre o ingresso na carreira diplomática. Como não há em meu círculo social diplomata algum, recorro a vocês, colegas na preparação para o concurso.
A questão é sobre a idade de ingresso na carreira. É verdade que não há limite de idade para aprovação no concurso, o que torna possível que até um sujeito que tenha presenciado mais de dez jogos olímpicos possa se tornar diplomata. Mas é verdade também, não podemos negar, que quem ingressa na carreira depois de determinada idade não pode ascender nela satisfatoriamente - leia-se: não tem grandes chances de atingir o posto de Embaixador.
Aí aparecem os meus questionamentos. Qual seria esta tal idade? 30 anos, talvez? Tenho 25, e imagino que eu vá ingressar na carreira dentro de 2 ou três anos. Será um ingresso tardio, a ponto de comprometer minha ascenção hierárquica como diplomata?
Espero por opiniões, amigos, e desde já agradeço pela ajuda e pela cordialidade.
Até. |
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lcarnaval Novo usuário

Registrado em: Segunda-Feira, 12 de Outubro de 2009 Mensagens: 10
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Enviada: Dom Nov 22, 2009 14:20 pm Assunto: Manual de PI da Funag |
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[quote="Forneria"][quote="alfabetagama"][quote="Forneria"]Também não consegui o O manual da FUNAG de Política Internacional, nem no 4shared [/quote]
MP para ti[/quote]
Obrigadão, alfabetagama!!![/quote]
Alfabetagama, será que você faria a gentileza de enviar o Manual de PI da Funag para mim também? Não o encontrei no site ou no 4shared (que por sinal é um baú de tesouros - obrigado pela dica!). |
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Vader BR Novo usuário


Registrado em: Quarta-Feira, 8 de Julho de 2009 Mensagens: 11
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Enviada: Dom Nov 22, 2009 20:39 pm Assunto: Re: Idade |
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| Borges de Castro escreveu: | Pessoal,
Tenho uma dúvida angustiante sobre o ingresso na carreira diplomática. Como não há em meu círculo social diplomata algum, recorro a vocês, colegas na preparação para o concurso.
A questão é sobre a idade de ingresso na carreira. É verdade que não há limite de idade para aprovação no concurso, o que torna possível que até um sujeito que tenha presenciado mais de dez jogos olímpicos possa se tornar diplomata. Mas é verdade também, não podemos negar, que quem ingressa na carreira depois de determinada idade não pode ascender nela satisfatoriamente - leia-se: não tem grandes chances de atingir o posto de Embaixador.
Aí aparecem os meus questionamentos. Qual seria esta tal idade? 30 anos, talvez? Tenho 25, e imagino que eu vá ingressar na carreira dentro de 2 ou três anos. Será um ingresso tardio, a ponto de comprometer minha ascenção hierárquica como diplomata?
Espero por opiniões, amigos, e desde já agradeço pela ajuda e pela cordialidade.
Até. |
Caro Borges de Castro,
tenho 32 anos e também acho que vou levar umas três rodadas para estar "no ponto". Com relação à progressão na carreira, dá pra dizer sem muita margem de erro que ela é definida por critérios de mérito e pela disponibilidade de trabalhar em países menos concorridos (se não me engano, há uma classificação de A a D para os postos).
Sei de uma pessoa que entrou com vinte e poucos, está por se aposentar e jamais será ministro de primeira classe (embaixador). Vale para a carreira diplomática o que vale para muitas carreiras, afinal, o "funil" é sempre estreito. Se apenas o cargo de embaixador interessa, pense bastante antes de prosseguir (apesar de você não estar tão "passado" quanto eu, rsrsrs).
Por outro lado, se você acha que seria feliz trabalhando pelo país na defesa de seus interesses, aqui ou mundo afora, ajudando a formular políticas e fazendo todo o tipo de estudos, pise fundo na preparação.
Espero ter ajudado.
Abraços. |
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luna_2012 Novo usuário


Registrado em: Terça-Feira, 24 de Novembro de 2009 Mensagens: 28 Localização: Brasília
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Enviada: Ter Nov 24, 2009 15:54 pm Assunto: |
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Concordo com o Borges. Se você tem perfil acadêmico, imagina-se estudando e trabalhando pelos interesses do país, ter 25 ou 30 anos ao começar a se preparar não é tão relevante. Aliás, acredito que vocês estão numa idade ótima para se prepararem para o concurso. Já têm maturidade, personalidades consolidadas e vivência. Isso é importante para o perfil de um negociador. Tomem a idade como ponto positivo e não se desestimulem.
Um forte abraço! |
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JoanaIRBr Novo usuário


Registrado em: Terça-Feira, 30 de Dezembro de 2008 Mensagens: 59
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Enviada: Qua Nov 25, 2009 2:05 am Assunto: |
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Colega, você está realmente preocupado por "já" estar com 25 anos de idade e programar sua aprovação para "apenas" daqui a uns 2 anos?
Sinceramente, acho que você tem mais a ganhar se preocupando com Economia ou Política Internacional.
Pelo que eu ouvi de ex-embaixadores, o tempo médio para galgar o último posto da carreira é de 20 anos. Mesmo que você ingressasse no serviço diplomático lá pela casa dos 40, poderia ser um embaixador de sessenta e poucos, o que eu considero perfeitamente plausível.
Mas e se não fosse? Você iria desistir por causa disso? Pois eu lhe digo, colega, que muitas coisas podem atrapalhar a sua ascensão na carreira diplomática, mas a idade certamente não é uma delas. |
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fhmartins Novo usuário

Registrado em: Sábado, 10 de Março de 2007 Mensagens: 62 Localização: Sao Paulo/SP
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Enviada: Qua Nov 25, 2009 14:00 pm Assunto: |
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Pessoal,
preciso de uma ajuda...
Alguém tem exemplo do plano de estudos e desembolso que deverá ser enviado para a Bolsa de ação Afirmativa?
Caso possam enviar-me, meu e-mail é "fhmartins@gmail.com"
abraço |
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marcolaxx Usuário Júnior


Registrado em: Segunda-Feira, 17 de Setembro de 2007 Mensagens: 616
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Enviada: Qua Nov 25, 2009 15:15 pm Assunto: |
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| JoanaIRBr escreveu: | Colega, você está realmente preocupado por "já" estar com 25 anos de idade e programar sua aprovação para "apenas" daqui a uns 2 anos?
Sinceramente, acho que você tem mais a ganhar se preocupando com Economia ou Política Internacional.
Pelo que eu ouvi de ex-embaixadores, o tempo médio para galgar o último posto da carreira é de 20 anos. Mesmo que você ingressasse no serviço diplomático lá pela casa dos 40, poderia ser um embaixador de sessenta e poucos, o que eu considero perfeitamente plausível.
Mas e se não fosse? Você iria desistir por causa disso? Pois eu lhe digo, colega, que muitas coisas podem atrapalhar a sua ascensão na carreira diplomática, mas a idade certamente não é uma delas. |
Imagine eu com meus 39... |
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danielbg Usuário Júnior


Registrado em: Segunda-Feira, 2 de Julho de 2007 Mensagens: 787
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Enviada: Qua Nov 25, 2009 15:50 pm Assunto: |
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Eu que tenho 16 anos ainda tenho chance de escolher uma carreira?
iuahiuahuiahiuahuiaa. brincadeira!! hehehe..
Alguém tem alguma relação de livros importantes a serem lidos nessa reta final? |
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Alqq Novo usuário


Registrado em: Quinta-Feira, 16 de Outubro de 2008 Mensagens: 12 Localização: Brasília
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Enviada: Qua Nov 25, 2009 16:52 pm Assunto: Sobre chegar a Embaixador... |
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Oi pessoal,
Sou Oficial de Chancelaria, também estudo para o IRBr e achei importante comentar um pouco sobre “chegar no topo da carreira”, ou seja, Embaixador.
Primeiramente, sugiro àqueles que buscam a carreira diplomática que o façam por vocação pura e simplesmente. Há muita ignorância sobre a estrutura da carreira, o que alimenta falsas especulações e juízos. Essas falsas impressões são agravadas ainda pelo fato de o MRE não cobrar no concurso o conhecimento da própria lei que rege a carreira, a Lei nº 11.440/2006. Aqueles que tiverem a curiosidade de ler a lei, juntamente com a Constituição, confirmarão o que digo a seguir:
a) O topo da carreira é “Ministro de Primeira Classe” e não “Embaixador”. Aí já há a primeira confusão. A promoção a Ministro de 1a Classe é feita por “merecimento” (art. 51, I). Os Embaixadores são nomeados (regra!) dentre os componentes desse grau na carreira (art. 41). Aqui se chega à primeira conclusão: estar no topo da carreira (Ministro de 1a classe) é pré-requisito para ser Embaixador, mas nem todos necessariamente serão Embaixadores. Por quê? Porque Embaixador é uma designação política, como prevê a Constituição. E designações políticas são imprevisíveis.
b) Pelas exceções, pode-se mesmo chegar a Embaixador antes mesmo de ser Ministro de 1a classe, mas não é comum. A própria lei fala que é exceção.
c) A carreira é organizada em forma de pirâmide, ou seja, afunila muito no topo. O Anexo I da Lei delimita que serão apenas 122 Ministros de 1a Classe num universo de 1.397 diplomatas. Como todos entram pensando a mesma coisa (chegar no topo), pensando em termos econômicos, aumenta a demanda pela promoção por merecimento, tornando-a mais difícil e concorrida. E, na verdade, a promoção depende mais de amizades e política do que merecimento, como diz a lei. Afinal, os méritos serão julgados por quem está no comando do Ministério, né!
d) Uma outra conseqüência de todos quererem chegar ao topo, aliada ao fato de ser muito bom morar no exterior e ganhar em dólares, é que ninguém se aposenta voluntariamente. É uma raridade entre os diplomatas. Em regra, só saem de lá na expulsória (70 anos), o que aumenta a fila dos candidatos à promoção a Ministro de 1a classe.
e) Idade só atrapalha quando coloca o cara na “reserva” (quadro especial). Vejam na lei.
Considerando tudo acima, vou usar uma analogia que deixará tudo bem claro. Pensar no posto de Embaixador como ápice da carreira de Diplomata, como se todos alcançassem a graça, seria o mesmo que imaginar que o topo da carreira de Juiz seria ser Ministro do Supremo Tribunal Federal, o que não é verdade. Sabemos que poucos chegam e há muitas pessoas excepcionais, realmente brilhantes, que nunca chegarão ao topo.
Meus caros, àqueles que pretendem entrar na carreira com menos de 35-40 anos, sugiro três coisas: 1) esqueçam a idade, porque isso não faz diferença alguma; 2) gastem energia com estudos (antes de entrar); 3) gastem energia com política e bons serviços (depois de entrar).
Abraço a todos! |
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marcolaxx Usuário Júnior


Registrado em: Segunda-Feira, 17 de Setembro de 2007 Mensagens: 616
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Enviada: Qua Nov 25, 2009 17:28 pm Assunto: Re: Sobre chegar a Embaixador... |
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| Alqq escreveu: | Oi pessoal,
Sou Oficial de Chancelaria, também estudo para o IRBr e achei importante comentar um pouco sobre “chegar no topo da carreira”, ou seja, Embaixador.
Primeiramente, sugiro àqueles que buscam a carreira diplomática que o façam por vocação pura e simplesmente. Há muita ignorância sobre a estrutura da carreira, o que alimenta falsas especulações e juízos. Essas falsas impressões são agravadas ainda pelo fato de o MRE não cobrar no concurso o conhecimento da própria lei que rege a carreira, a Lei nº 11.440/2006. Aqueles que tiverem a curiosidade de ler a lei, juntamente com a Constituição, confirmarão o que digo a seguir:
a) O topo da carreira é “Ministro de Primeira Classe” e não “Embaixador”. Aí já há a primeira confusão. A promoção a Ministro de 1a Classe é feita por “merecimento” (art. 51, I). Os Embaixadores são nomeados (regra!) dentre os componentes desse grau na carreira (art. 41). Aqui se chega à primeira conclusão: estar no topo da carreira (Ministro de 1a classe) é pré-requisito para ser Embaixador, mas nem todos necessariamente serão Embaixadores. Por quê? Porque Embaixador é uma designação política, como prevê a Constituição. E designações políticas são imprevisíveis.
b) Pelas exceções, pode-se mesmo chegar a Embaixador antes mesmo de ser Ministro de 1a classe, mas não é comum. A própria lei fala que é exceção.
c) A carreira é organizada em forma de pirâmide, ou seja, afunila muito no topo. O Anexo I da Lei delimita que serão apenas 122 Ministros de 1a Classe num universo de 1.397 diplomatas. Como todos entram pensando a mesma coisa (chegar no topo), pensando em termos econômicos, aumenta a demanda pela promoção por merecimento, tornando-a mais difícil e concorrida. E, na verdade, a promoção depende mais de amizades e política do que merecimento, como diz a lei. Afinal, os méritos serão julgados por quem está no comando do Ministério, né!
d) Uma outra conseqüência de todos quererem chegar ao topo, aliada ao fato de ser muito bom morar no exterior e ganhar em dólares, é que ninguém se aposenta voluntariamente. É uma raridade entre os diplomatas. Em regra, só saem de lá na expulsória (70 anos), o que aumenta a fila dos candidatos à promoção a Ministro de 1a classe.
e) Idade só atrapalha quando coloca o cara na “reserva” (quadro especial). Vejam na lei.
Considerando tudo acima, vou usar uma analogia que deixará tudo bem claro. Pensar no posto de Embaixador como ápice da carreira de Diplomata, como se todos alcançassem a graça, seria o mesmo que imaginar que o topo da carreira de Juiz seria ser Ministro do Supremo Tribunal Federal, o que não é verdade. Sabemos que poucos chegam e há muitas pessoas excepcionais, realmente brilhantes, que nunca chegarão ao topo.
Meus caros, àqueles que pretendem entrar na carreira com menos de 35-40 anos, sugiro três coisas: 1) esqueçam a idade, porque isso não faz diferença alguma; 2) gastem energia com estudos (antes de entrar); 3) gastem energia com política e bons serviços (depois de entrar).
Abraço a todos! |
Olá Alqq,
Muito boa sua intervenção, estou tentando, na paz de Deus e no limite das minhas pernas, o cargo, eheheh.
Nem me importo muito com o topo, mas com o serviço a realizar, coisa de quem já é servidor.
Sempre tive uma dúvida, o que significa, na prática, o quadro reserva?
Abraços, |
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marcolaxx Usuário Júnior


Registrado em: Segunda-Feira, 17 de Setembro de 2007 Mensagens: 616
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Enviada: Qua Nov 25, 2009 17:31 pm Assunto: |
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| Perdão, o que significa quadro especial, na prática? |
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AKHOT Novo usuário


Registrado em: Sexta-Feira, 11 de Setembro de 2009 Mensagens: 1
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Enviada: Qua Nov 25, 2009 20:12 pm Assunto: Economia com Mankiw |
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| caios escreveu: | Bom ainda bem que estamos pegando o embalo....
Nossa alguma sugestão de economia? eu estou lendo o Mankiw
Esse outro que o colega falou...alguém conhece? é bom? pq a prova tá pertinho....
Em CLIMA DE RETA FINAL!!!!!boa sorte a todos!!! |
Olá Caios,
Comecei estudando a economia com o Mankiw, mas depois percebi um pequeno detalhe: para microeconomia, é ótimo, superdidático. Mas a Macroeconomia é voltada para a realidade norte-americana. por isso, sugiro algum outro livro para complementar esse. Estou utilizando agora o Introdução à Economia do Paulo Viceconti. Recomendado por professores do Atlas.
Bons Estudos!! |
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Alqq Novo usuário


Registrado em: Quinta-Feira, 16 de Outubro de 2008 Mensagens: 12 Localização: Brasília
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Enviada: Qua Nov 25, 2009 23:26 pm Assunto: Re: Sobre chegar a Embaixador... |
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| marcolaxx escreveu: | Olá Alqq,
Muito boa sua intervenção, estou tentando, na paz de Deus e no limite das minhas pernas, o cargo, eheheh.
Nem me importo muito com o topo, mas com o serviço a realizar, coisa de quem já é servidor.
Sempre tive uma dúvida, o que significa, na prática, o quadro reserva?
Abraços, |
Oi marcolaxx,
o quadro especial seria algo similar à reserva das Forças Armadas, ou seja, é um cara que está "meio" aposentado. Isso significa que o diplomata ainda está na ativa, trabalhando e tudo, mas deixa de ocupar uma vaga no quadro permanente. Aí transfere para a "reserva" e "ganha" uma promoção. O primeiro secretário do quadro permanente vai para o quadro especial como conselheiro.
Eu acredito que esse artifício foi uma forma de abrir espaço para promoção, quando é verificado que o fluxo está muito engasgado. Aí eles transferem umas pessoas pro quadro especial, liberando algumas vagas para garantir o fluxo de promoções. Essas vagas do quadro especial também são limitadas.
É isso!  |
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wellsnipes Novo usuário

Registrado em: Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2008 Mensagens: 33 Localização: Belo Horizonte/MG
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Enviada: Qui Nov 26, 2009 8:01 am Assunto: |
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Alqq, tudo bem?
mandei uma MP pra vc...depois de uma olhada!
abraco e valeu |
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Alqq Novo usuário


Registrado em: Quinta-Feira, 16 de Outubro de 2008 Mensagens: 12 Localização: Brasília
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Enviada: Qui Nov 26, 2009 8:45 am Assunto: |
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| wellsnipes escreveu: | Alqq, tudo bem?
mandei uma MP pra vc...depois de uma olhada!
abraco e valeu |
respondida! |
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Pepeu Novo usuário

Registrado em: Terça-Feira, 9 de Outubro de 2007 Mensagens: 49
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Enviada: Qui Nov 26, 2009 9:49 am Assunto: |
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| Embora eu saiba que nosso colega está tecnicamente correto quanto às diferenças entre Ministro de Primeira Classe e Embaixador, acrescento a informação de que é prática corrente entre os diplomatas chamar um Ministro de de Primeira Classe de Embaixador, mesmo que ele não esteja ocupando o cargo político. Bem como os Ministros de Segunda Classe serem conhecidos apenas como Ministros. Desse modo, não há nenhum problema em dizer que o topo da carreira é o cargo de embaixador, se não estivermos emitindo um parecer jurídico. |
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wellsnipes Novo usuário

Registrado em: Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2008 Mensagens: 33 Localização: Belo Horizonte/MG
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Enviada: Qui Nov 26, 2009 10:07 am Assunto: |
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Alqq, obrigado pela resposta...vamos aguardar.....tomara que aconteça...
bons estudos ai |
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PI--CE Novo usuário

Registrado em: Terça-Feira, 14 de Julho de 2009 Mensagens: 10
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Enviada: Qui Nov 26, 2009 11:49 am Assunto: duvida |
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| gostaria de ajuda sobre como iniciar os estudos para o IRBr. tenho 26 anos, servidora pública e demorei para enfrentar esse concurso, que o que eu realmente quero. será q não dá mais tempo? |
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