Concurso, CorreioWeb, Brasília, DF

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Rombo nas contas públicas reduz a oferta de vagas em concursos públicos

Apesar disso, ainda há editais para seleção de candidatos

22/08/2016 07:08 | Atualização: 22/08/2016 07:21

Henrick Menezes - Especial para o CB

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Faltam menos de cinco meses para o fim de 2016 , que já entrou para a história como o pior ano na oferta de vagas para os concurseiros. A escassez de novos editais para repor os postos abertos pela aposentadoria de servidores é atribuída à grave crise econômica e às incertezas que permeiam o cenário político no Brasil. Apesar disso, ainda há esperanças para quem está em busca de um cargo no setor público. Mas é preciso ficar atento para não desanimar e perder as oportunidades que ainda existem.

Quem mantém a rotina de estudos pode aproveitar para se focar nas provas que já foram autorizadas pelo Ministério do Planejamento. Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) escolheu o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) para organizar seu concurso. São 78 vagas para o cargo de técnico administrativo. O edital deve ser publicado até outubro deste ano. Outras provas também estão previstos, como a da Secretaria da Educação do Distrito Federal, que oferecerá vagas para professores e técnicos administrativos.

O deficit de pessoal na Câmara Legislativa do Distrito Federal, que soma 388 funcionários, fez com que a presidente da Casa, deputada Celina Leão (PPS), autorizasse, após 11 anos, um certame. Serão selecionados técnicos, analistas e consultores, com salários que podem chegar a até R$ 22.812,75. Além disso os processos mais concorridos, como o do Senado Federal e da Polícia Militar, podem ter os editais divulgados ainda este ano.

Ainda há expectativa para que a Polícia Federal inicie um processo de seleção. Já os concursos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), do Banco Central (BC) e dos ministérios da Fazenda e do Trabalho ainda aguardam autorização do Planejamento.

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