
A disciplina cobrará, dentre outras coisas, conceitos de racismo institucional, estatuto da igualdade racial e a convenção internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial.
As inscrições para o concurso estão abertas até às 18h do dia 10 de setembro e podem ser feitas no site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), que é a banca organizadora. A taxa de inscrição é de R$ 55 para os cargos de nível médio e R$ 60 para os de nível superior. O edital reserva 10% das vagas a pessoas com deficiência e 20% a candidatos negros.

Os aprovados serão nomeados em qualquer um dos Ministérios Públicos que compõem o MPU ou na Escola SUperior do MPU. Poderão também ser lotados em qualquer unidade administrativa do MPU dentro da UF de vaga para a qual concorre, de acordo com o interesse da administração.
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O concurso terá prova objetiva para todos os cargos, mas a prova discursiva será apenas para o cargo de analista. As provas serão realizadas no dia 21 de outubro nas capitais dos 26 estados da Federação e no Distrito Federal.
Serão 120 questões de certo e errado, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de específicos, no esquema de correção do Cebraspe, em que uma questão respondida erradamente anula uma correta. Candidatos a analista serão avaliados pela manhã e técnicos à tarde.
Serão cobrados conhecimentos em língua portuguesa, legislação aplicada ao MPU e ao CNMP, acessibilidade e ética no serviço público a todos os concorrentes, além de conhecimentos específicos da área escolhida. Os gabaritos oficiais serão divulgados às 19h de 23 de outubro.
A prova discursiva valerá 40 pontos e consistirá de dissertação, de até 30 linhas, sobre o tema Legislação aplicada ao MPU e ao CNMP, constante dos conhecimentos básicos.