De acordo com a Anajus, redigir minutas, pesquisar doutrina e jurisprudência, emitir pareceres e relatórios técnicos são atividades exclusivas dos analistas. Caso o edital não seja modificado, há sérios riscos de questionamentos judiciais futuros cobrando por desvio de função, “o que afetaria o erário em razão das indenizações pleiteadas”. “O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconheceu que, neste caso, o servidor faz jus a diferenças salariais”, assinalou Daniel Amorim, presidente da Anajus.
Por meio de nota, o TRF e o Cebraspe informaram que o edital “está de acordo com a Resolução nº 212 de 27 de setembro de 1999, que regulamenta, no âmbito do Conselho da Justiça Federal e da Justiça Federal de Primeiro e Segundo Graus, as atribuições dos cargos e os requisitos de formação especializada e experiência profissional a serem exigidos para o ingresso nas carreiras”.
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