Concurso, CorreioWeb, Brasília, DF

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GDF assegura que concursos homologados ou em andamento continuam valendo

O edital da Secretaria da Criança, por exemplo, continua com inscrições abertas até 26 de outubro

02/10/2015 11:35 | Atualização: 02/10/2015 11:42

Sílvia Mendonça

Ana Rayssa/CB/D.A Press
Após anunciar a suspensão de novos concursos públicos, nesta semana, o Governo do Distrito Federal (GDF) assegurou que as seleções homologadas ou em andamento não serão atingidas pela medida. Quem aguarda nomeação ou participa, no momento, de algum processo seletivo pode respirar com calma. De acordo com a pasta, o edital para a Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, por exemplo, continua com inscrições abertas até 26 de outubro. Serão preenchidas 1.088 vagas, sendo 200 imediatas.

O cenário, contudo, continua cético para os concurseiros que aguardavam novas oportunidades. Quatro concursos autorizados entre 2008 e 2013 foram cancelados por conta das novas diretrizes do governo. De acordo com o portal do GDF, na Secretaria de Fazenda, seriam abertas cem vagas para auditor fiscal da Receita. Outras 200 deveriam ser abertas para especialistas e técnicos em assistência social da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social.

Já na Saúde, cancelaram-se 15 vagas para auditor de atividades urbanas com especialização em vigilância. Outras 345 para analista e técnico de administração pública estavam autorizadas para a Fundação Jardim Zoológico, o Jardim Botânico de Brasília e o preenchimento de quadros diversos na estrutura do Executivo local. Os certames, porém, não serão lançados neste momento.

Apenas seleções para as áreas de educação, saúde e segurança poderão ser realizadas neste ano. Na última quarta-feira (30/9), o GDF publicou decreto que suspende novas seleções em função dos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A medida vale para a administração direta, autarquias e fundações, além de empresas públicas do DF. A decisão, publicado no Diário Oficial local, informou, ainda, que a suspensão será mantida até que o governo reduza os percentuais de gasto com pessoal em relação à despesa corrente líquida.

Com informações da Agência Brasília

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